AJJ dá razão a Manuela Ferreira Leite no afastamento de Pedro Passos Coelho das Listas à Assembleia da República porque, diz, as Listas têm de ter QUALIDADE (?!).
Já agora, que dizer da Qualidade daqueles e daquelas que na Madeira, por altura do último Congresso do PSD, apoiaram Passos Coelho quando este concorreu contra Manuela? Terão QUALIDADE para integrar as Listas do PSD-Madeira à Assembleia da República?
06/07/09
01/07/09
01 de Julho de 2009 - O Mito da Autonomia
...dos que defendem mais AUTONOMIA e dos que não defendem, como se tudo se resumisse a M&M, ao mais ou menos, como se se pudesse quantificar de igual forma os Mais e Menos Madeirenses.
Quer saber que mais?! Madeirenses somos todos, não há uns Mais do que outros:
SIM, Jardim, queremos mais Autonomia:
Queremos mais AUTONOMIA na Madeira!
- Queremos mais AUTONOMIA para as Câmaras Municipais;
- Queremos mais AUTONOMIA para as Juntas de Freguesia;
- Queremos mais AUTONOMIA para as Instituições;
- Queremos mais AUTONOMIA para os Cidadãos Madeirenses;
Não faça de conta que Quer mais AUTONOMIA, quando na realidade dá-lhe muito jeito continuar na "foz" onde as águas se misturam e não se sabe exactamente o que é o quê, quem é responsável pelo quê;
Antes de exigir mais AUTONOMIA, faça uso da que já tem; Não se escude na falta de AUTONOMIA para justificar a sua inacção em áreas que já são da competência da Região ou que a Região tem poderes para intervir; Não tente amarrar os cidadãos a uma causa que você próprio não defende para todos de igual forma;
Antes de defender que a Madeira precisa de mais Autonomia face ao Continente, DEFENDA a AUTONOMIA CÁ DENTRO!
Quer saber que mais?! Madeirenses somos todos, não há uns Mais do que outros:
SIM, Jardim, queremos mais Autonomia:
Queremos mais AUTONOMIA na Madeira!
- Queremos mais AUTONOMIA para as Câmaras Municipais;
- Queremos mais AUTONOMIA para as Juntas de Freguesia;
- Queremos mais AUTONOMIA para as Instituições;
- Queremos mais AUTONOMIA para os Cidadãos Madeirenses;
Não faça de conta que Quer mais AUTONOMIA, quando na realidade dá-lhe muito jeito continuar na "foz" onde as águas se misturam e não se sabe exactamente o que é o quê, quem é responsável pelo quê;
Antes de exigir mais AUTONOMIA, faça uso da que já tem; Não se escude na falta de AUTONOMIA para justificar a sua inacção em áreas que já são da competência da Região ou que a Região tem poderes para intervir; Não tente amarrar os cidadãos a uma causa que você próprio não defende para todos de igual forma;
Antes de defender que a Madeira precisa de mais Autonomia face ao Continente, DEFENDA a AUTONOMIA CÁ DENTRO!
Respeite AUTONOMIA dos Madeirenses!
08/06/09
21/05/09
Minudências do Debate
“Desculpe, é a minha inexperiência”
Está entre aspas mas não vou citar a autoria. Quem viu o debate, sabe.
Foi o que ficou no ouvido.
Repetição do Debate amanhã, dia 22 de Maio, depois das 14h, na RTP-M.
“Nem todos somos perfeitos, nem tudo corre bem”
“É a excitação da minha primeira vez”
“Erro de principiante”
Está entre aspas mas não vou citar a autoria. Quem viu o debate, sabe.
Foi o que ficou no ouvido.
Repetição do Debate amanhã, dia 22 de Maio, depois das 14h, na RTP-M.
Afinal, sempre foi!
18/05/09
Caladinho que nem um Rato!
Assim é que se vê um homem de coragem! "De braços abertos", pela frente faz uma vénia que quase toca com a testa no chão, pelas costas, a verborreia do costume.
Um homem de coragem aproveitava o frente-a-frente com o 1º Ministro para se abrir e dizer o que lhe vai na alma. Um homem de coragem e coerente com o que tem dito teria aproveitado para contrariar, não esperava ver o 1º Ministro pelas costas para falar sobre o que considera injusto no relacionamento Estado Português/ Região Autónoma da Madeira.
Conclusão, como não é um homem de coragem porque não falou, deixou que Sócrates demonstrasse o que todos sabíamos: com Jardim é muita conversa e pouca acção.
08/05/09
O que é isto?
É um colorir da memória que ainda existe dos imberbes anos da Democracia na Madeira e condicionar a História? Não será?
Seria importante que todas as pessoas que têm memória dos anos em que a FLAMA espalhava o medo pela Madeira, que registassem, escrevessem, ou gravassem em vídeo o seu testemunho. É importante ter memória mais não seja para perceber o que se passa hoje na política madeirense.
Nasceu o mito
Eu nasci antes da formação oficial da FLAMA (1974), mas cresci sem ouvir falar, desta espécie de, guerrilheiros do atlântico. A FLAMA é para mim, uma ilustre organização desconhecida. Para mim, e para as três gerações que me seguem.Confesso que não me recordo do primeiro contacto, verbal, com a Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira. Imagino, que tenha acontecido por volta dos meus 20 anos. Ainda era um garoto.Como aos 22 “emigrei”, só voltei a ser confrontado com estes “independentistas” sem rosto aos 30 anos. Sem pedir, o tema “FLAMA” surgiu no meu caminho. A última vez foi no dia 30 de Abril de 2009. Conheci, pessoalmente, dois dos “cérebros” da organização. Segundo disseram, só resta um terceiro vivo. Os outros 13 já faleceram, mas desconheço se fizeram uma última ceia.Estes dois indivíduos. Um com 74, o outro com 85 anos, confessou fazer parte da “ala política” da FLAMA. Ao afirmá-lo, marca uma fronteira entre alas. A operacional. Ou seja, os “colaboradores” que entre 1974 e 1978, semearam o pânico na ilha.Como qualquer movimento tinham um sonho. 35 anos depois, o sonho continua vivo, mas já não existe a mesma chama. Digo eu! Para provar o contrário, no dia 25 de Abril (2009) uma outra ala. Que não a dos ideólogos. Já não têm idade para… Imagino que também não tenham sido os operacionais, ressuscitou o morto. Colocaram 6 gigantes bandeiras no Funchal.A operação foi bem sucedida. A máquina de escrever foi substituída pelo computador. O e-mail foi o meio mais seguro de passar a informação.Assim nasceu o morto.5 dias depois, a ala ideológica, viva, pediu “respeito” pela FLAMA. Costa Miranda, era o director adjunto do jornal oficial da organização – o “Madeira Nova”.Miranda desconhece os autores das bandeiras e os que colocaram a bomba na madrugada do dia 13 de Setembro de 1975, no avião da Força Aérea, “ Nord – Atlas”, estacionado na Placa do Aeroporto de Santa Catarina. Rejeita que tenha sido uma operação da FLAMA. Diz que aconteceu com a “conivência” dos militares “descontentes”. Daniel Drumond desmente o colega. Partilhavam a mesma mesa, mas não tem dúvidas. O acidente foi provocado por homens da FLAMA. Só não revela os nomes. Um já faleceu, o outro, ainda está vivo.Nesta conferência de imprensa. A primeira da FLAMA, ou de ex-flamistas, como fizeram questão de vincar no início da conversa com os jornalistas, não colocaram reservas sobre qualquer matéria.Miranda, o ideólogo, foi várias vezes irónico. À pergunta, sobre se pretendiam a independência. Foi categórico. “Na altura havia uma independência por semana. O único problema é que não éramos pretos. Se fossemos pretos, teríamos a independência. A Madeira é uma ilha africana.” Quanto às mortes; questionou. “Onde estão?” Num acto de contrição, assumiu uma. A do jovem, Rui Alberto, no Porto Santo e falou sobre uma outra morte, mas no Forte de Santiago. “Foram os militares que o mataram.”Daniel Drumond também tinha falado sobre mortes. Abordou o caso do “Julinho”. “Foi morto? Então não foi!!... A autópsia confirmou isso. Tinha uma pancada na cabeça, mas não morreu dela. Foi da queda. Há indícios que tentou se agarrar com as mãos antes de “escorregar””.A conversa decorria a bom ritmo. As respostas estavam na ponta da língua. Questionados sobre se a igreja apoiou a FLAMA? Não! Quem financiava…?“61%, os madeirenses. Eram simpatizantes da independência”.“No auge do movimento éramos 16. Mas, quem mandava? “A FLAMA tinha um problema. Não existia um líder. Ainda tentamos arranjar um, mas recusou.”Estes dois ex-flamistas não acreditam que tenham sido os ex-colegas da organização separatista a colocar as bandeiras. Para desmenti-lo, recordaram que a bandeira original da FLAMA tinha o escudo português no centro. “Não tem nada a ver com esta, que agora apareceu para aí. Se calhar, nenhum deles foi simpatizante da independência. Se calhar, andavam de fraldita, ainda.”Os sorrisos, rasgados de quem fazia as perguntas, face ao conteúdo das respostas, marcava de forma indelével, as duas frentes de combate. A dos jornalistas e a dos homens da FLAMA. Eles não desarmaram.Mantiveram a seriedade que o tema exige. “Dizem que em São Vicente que ainda fazem um almoço da FLAMA? É numa casa que existe quem vai na direcção do Seixal. Participam deputados? Sim! E de que falam nesse almoço? De tudo, chega a uma certa altura que estão tontinhos… Não será a FAMA? Lá Fama têm. Não sabe como são os almoços nesta terra?” Daniel Drumond, disse que esta é última vez que fala da FLAMA.A FLAMA é um tema que apaixona, os madeirenses. Quando surge, toda a gente tem uma história nova para contar. Toda a gente sabe, uma coisa, que ninguém sabe.Eu, para ser sincero, apenas sei que no passado dia 25 de Abril esta organização, desmantelada em1978 enfeitou a cidade.Se fosse mais um comum dos mortais madeirenses, nem ligava. Por razões profissionais, deixo este registo para alimentar o mito.
Publicada por Angel em 5/07/2009 11:02:00 AM
Seria importante que todas as pessoas que têm memória dos anos em que a FLAMA espalhava o medo pela Madeira, que registassem, escrevessem, ou gravassem em vídeo o seu testemunho. É importante ter memória mais não seja para perceber o que se passa hoje na política madeirense.
Nasceu o mito
Eu nasci antes da formação oficial da FLAMA (1974), mas cresci sem ouvir falar, desta espécie de, guerrilheiros do atlântico. A FLAMA é para mim, uma ilustre organização desconhecida. Para mim, e para as três gerações que me seguem.Confesso que não me recordo do primeiro contacto, verbal, com a Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira. Imagino, que tenha acontecido por volta dos meus 20 anos. Ainda era um garoto.Como aos 22 “emigrei”, só voltei a ser confrontado com estes “independentistas” sem rosto aos 30 anos. Sem pedir, o tema “FLAMA” surgiu no meu caminho. A última vez foi no dia 30 de Abril de 2009. Conheci, pessoalmente, dois dos “cérebros” da organização. Segundo disseram, só resta um terceiro vivo. Os outros 13 já faleceram, mas desconheço se fizeram uma última ceia.Estes dois indivíduos. Um com 74, o outro com 85 anos, confessou fazer parte da “ala política” da FLAMA. Ao afirmá-lo, marca uma fronteira entre alas. A operacional. Ou seja, os “colaboradores” que entre 1974 e 1978, semearam o pânico na ilha.Como qualquer movimento tinham um sonho. 35 anos depois, o sonho continua vivo, mas já não existe a mesma chama. Digo eu! Para provar o contrário, no dia 25 de Abril (2009) uma outra ala. Que não a dos ideólogos. Já não têm idade para… Imagino que também não tenham sido os operacionais, ressuscitou o morto. Colocaram 6 gigantes bandeiras no Funchal.A operação foi bem sucedida. A máquina de escrever foi substituída pelo computador. O e-mail foi o meio mais seguro de passar a informação.Assim nasceu o morto.5 dias depois, a ala ideológica, viva, pediu “respeito” pela FLAMA. Costa Miranda, era o director adjunto do jornal oficial da organização – o “Madeira Nova”.Miranda desconhece os autores das bandeiras e os que colocaram a bomba na madrugada do dia 13 de Setembro de 1975, no avião da Força Aérea, “ Nord – Atlas”, estacionado na Placa do Aeroporto de Santa Catarina. Rejeita que tenha sido uma operação da FLAMA. Diz que aconteceu com a “conivência” dos militares “descontentes”. Daniel Drumond desmente o colega. Partilhavam a mesma mesa, mas não tem dúvidas. O acidente foi provocado por homens da FLAMA. Só não revela os nomes. Um já faleceu, o outro, ainda está vivo.Nesta conferência de imprensa. A primeira da FLAMA, ou de ex-flamistas, como fizeram questão de vincar no início da conversa com os jornalistas, não colocaram reservas sobre qualquer matéria.Miranda, o ideólogo, foi várias vezes irónico. À pergunta, sobre se pretendiam a independência. Foi categórico. “Na altura havia uma independência por semana. O único problema é que não éramos pretos. Se fossemos pretos, teríamos a independência. A Madeira é uma ilha africana.” Quanto às mortes; questionou. “Onde estão?” Num acto de contrição, assumiu uma. A do jovem, Rui Alberto, no Porto Santo e falou sobre uma outra morte, mas no Forte de Santiago. “Foram os militares que o mataram.”Daniel Drumond também tinha falado sobre mortes. Abordou o caso do “Julinho”. “Foi morto? Então não foi!!... A autópsia confirmou isso. Tinha uma pancada na cabeça, mas não morreu dela. Foi da queda. Há indícios que tentou se agarrar com as mãos antes de “escorregar””.A conversa decorria a bom ritmo. As respostas estavam na ponta da língua. Questionados sobre se a igreja apoiou a FLAMA? Não! Quem financiava…?“61%, os madeirenses. Eram simpatizantes da independência”.“No auge do movimento éramos 16. Mas, quem mandava? “A FLAMA tinha um problema. Não existia um líder. Ainda tentamos arranjar um, mas recusou.”Estes dois ex-flamistas não acreditam que tenham sido os ex-colegas da organização separatista a colocar as bandeiras. Para desmenti-lo, recordaram que a bandeira original da FLAMA tinha o escudo português no centro. “Não tem nada a ver com esta, que agora apareceu para aí. Se calhar, nenhum deles foi simpatizante da independência. Se calhar, andavam de fraldita, ainda.”Os sorrisos, rasgados de quem fazia as perguntas, face ao conteúdo das respostas, marcava de forma indelével, as duas frentes de combate. A dos jornalistas e a dos homens da FLAMA. Eles não desarmaram.Mantiveram a seriedade que o tema exige. “Dizem que em São Vicente que ainda fazem um almoço da FLAMA? É numa casa que existe quem vai na direcção do Seixal. Participam deputados? Sim! E de que falam nesse almoço? De tudo, chega a uma certa altura que estão tontinhos… Não será a FAMA? Lá Fama têm. Não sabe como são os almoços nesta terra?” Daniel Drumond, disse que esta é última vez que fala da FLAMA.A FLAMA é um tema que apaixona, os madeirenses. Quando surge, toda a gente tem uma história nova para contar. Toda a gente sabe, uma coisa, que ninguém sabe.Eu, para ser sincero, apenas sei que no passado dia 25 de Abril esta organização, desmantelada em1978 enfeitou a cidade.Se fosse mais um comum dos mortais madeirenses, nem ligava. Por razões profissionais, deixo este registo para alimentar o mito.
Publicada por Angel em 5/07/2009 11:02:00 AM
05/05/09
Governo Marítimo
"Quanto ao Marítimo, eu penso que tem que haver alí - como se dizia em linguagem revolucionária, a seguir ao 25 de Abril, tem que haver alí um saneamento, e em 11 eu acho que fica a defesa e o resto, rifem-nos."
Alberto João, o comentador de futebol, não está contente com o Marítimo porque diz que há jogadores que não fazem nada e que a equipa deve ser saneada e até rifada. Interessa agora saber se Jardim, o Presidente do Governo Regional, concorda com a estratégia do comentador de futebol Alberto João e vai aplicar a mesma estratégia à sua equipa do Governo, ou seja, sanear e rifar os Secretários Regionais que não fazem nada. Seguindo o raciocíno de Alberto João, o comentador, resta saber se Jardim, o Presidente, ficará com alguém na defesa (?).
4 de Maio de 2009 Alberto João, comentador de futebol
Alberto João, o comentador de futebol, não está contente com o Marítimo porque diz que há jogadores que não fazem nada e que a equipa deve ser saneada e até rifada. Interessa agora saber se Jardim, o Presidente do Governo Regional, concorda com a estratégia do comentador de futebol Alberto João e vai aplicar a mesma estratégia à sua equipa do Governo, ou seja, sanear e rifar os Secretários Regionais que não fazem nada. Seguindo o raciocíno de Alberto João, o comentador, resta saber se Jardim, o Presidente, ficará com alguém na defesa (?).
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